Dados do mercado

Consumo de Moda no Brasil

Confira os principais insights revelados no estudo da Opinion Box sobre a percepção dos consumidores sobre o mercado de moda no País.

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O Brasil é um dos dez maiores mercados de moda (roupas e acessórios) do mundo. De marcas nacionais à explosão dos sites chineses, este segmento é um dos mais importantes do País, seja no físico ou no digital.

Diante de tamanha relevância, a Opinion Box realizou um estudo com mais de dois mil consumidores para entender o comportamento e os hábitos de compra do brasileiro quando o assunto é moda.

Vamos conhecer os principais insights do levantamento.

Os produtos de moda mais comprados

O primeiro dado revelado pela pesquisa são os itens mais comprados pelos brasileiros nos três meses anteriores. O resultado mostra uma predominância dos calçados, mas uma participação bastante distribuída dos outros produtos de vestuário e acessórios:

A sazonalidade e o clima provavelmente influenciam fortemente as preferências de consumo, e as empresas do setor podem se beneficiar ao focar em campanhas e coleções que atendam a essas demandas específicas.

Ticket Médio gasto com itens de moda

O ticket médio mensal desses consumidores também foi aferido. Os gastos acima de R$ 100 dominam o consumo de moda no Brasil:

Importante notar que existe uma parcela de 11% que afirmou gastar mais de R$ 500 por mês com roupas, calçados e acessórios. Isso mostra o potencial de ganho que este setor representa no País.

Frequência de compra e marcas mais conhecidas

Os consumidores também foram perguntados sobre a frequência com que costumam comprar itens de moda. Os resultados mostram:

Mais uma vez, vale destacar dois dados revelados na pesquisa: 8% dos entrevistados afirmaram consumir uma vez por semana, enquanto existe uma parcela de 3% que diz consumir todos os dias.

Em relação às marcas que essas pessoas consomem, o estudo dividiu a pergunta entre marcas de roupas e de calçados.

Lojas físicas e online

Onde os consumidores brasileiros mais compram itens de moda? O próprio estudo ressalta a mudança de hábitos impulsionada pela pandemia, atraindo mais shoppers para o digital.

Porém, quando destrinchamos os resultados, descobrimos que a maior parte dos brasileiros ainda prefere comprar roupas, calçados e acessórios em lojas físicas:

O dado que merece destaque aqui são as vendas por redes sociais. Elas são o canal escolhido por 14% dos consumidores, mostrando a importância de se criar estratégias de social selling.

Aprofundando os dados entre físico e digital, encontramos insights importantes:

  • 12% compra apenas em lojas físicas e 3% compra apenas online.
  • 33% compra na maioria das vezes em lojas físicas e 33% tanto em lojas físicas quanto online.

Fatores que influenciam a decisão de compra

O que leva as pessoas a preferirem a compra online:

Vale destacar esta última informação, pois ela mostra o quão fundamental se tornaram as estratégias de trocas e devoluções neste segmento. Facilitar a logística reversa para os consumidores que não ficaram satisfeitos com o produto é essencial para sua retenção e fidelização.

E o que faz com que as pessoas não comprem roupas, calçados e acessórios online?

  • Experimentar antes de comprar: 56%
  • Preferência pela compra presencial: 32%
  • Falta de confiança: 11%
  • Tempo de entrega demorado: 9%
  • Acreditar que seja mais caro: 9%

Aqui temos bastantes insights relevantes para quem trabalha no meio. Destacamos a preferência dos consumidores pela possibilidade de provar os itens antes de comprar.

Para quem trabalha com e-commerce no setor de moda, isso aponta a necessidade de uma experiência cada vez mais completa no site, com provadores digitais, quadro de medidas e outros recursos que facilitem a escolha dos consumidores.

A percepção de que a entrega é demorada é outro aspecto que deve ser trabalhado. Afinal, o custo e o prazo do frete são um dos maiores motivos para abandono do carrinho de compras.

Compras internacionais

Os sites internacionais, sobretudo os chineses, tiveram grande penetração entre os consumidores de moda no Brasil. E os dados do estudo corroboram isso:

Os consumidores que não compram em sites internacionais foram questionados pelos motivos da recusa:

  • Dificuldade de trocar: 42%
  • Valorização do comércio nacional: 31%
  • Medo de o produto não chegar; 29%
  • Medo de taxação: 28%
  • Tempo de espera muito longo: 23%
  • Sensação de falta de segurança: 11%

Esses dados revelam grandes oportunidades para as lojas nacionais explorarem esses aspectos e conquistarem esses consumidores que ainda hesitam diante dos sites internacionais.

Para finalizar, o estudo descobriu que, no geral, os consumidores brasileiros valorizam a qualidade acima do preço. Ao todo, 75% dos entrevistados disseram que preferem consumir marcas de qualidade, enquanto 38% afirmou priorizar o preço.

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